Dicas para aplicação de insulina

A insulina é um hormônio fundamental no organismo de todas as pessoas. É este hormônio o responsável por colocar a glicose dos alimentos no interior das células, que necessitam desta energia para realizar as funções do nosso corpo. Também é a insulina quem controla os níveis de glicose do sangue.

Quando uma pessoa sofre de diabetes do tipo 1, ela necessita da s aplicações de insulina, uma vez que seu organismo não consegue produzir insulina suficiente para controlar a glicose. Já no tipo 2, o seu organismo não produz na quantidade adequada ou a mesma não é capaz de realizar sua função.

Mas, será que as pessoas que sofrem da doença fazem a aplicação da insulina de forma correta? Neste artigo, nós listamos algumas dicas para fazer a aplicação, além de mostrar as regiões mais indicadas para tal. Confira!

Locais de aplicação de insulina

É importante frisar que a aplicação da insulina deve ser sempre subcutânea, portanto, o ideal para a aplicação são as agulhas de agulhas de 4, 5, 6 ou, no máximo, 8 mm, levando em conta que a agulha deve apenas chegar na camada de gordura, sem alcançar os músculos.

Abdômen: Área de fácil acesso, que absorve a insulina de modo mais rápido e consistente. No caso de gestantes, é indicado fazer uso somente das laterais desta região.

Nádegas: Indicado para casos onde a absorção precise ser mais lenta. Além disso, o recomendado é fazer a aplicação na região superior externa.

Coxas: Também possui a absorção lenta, sendo indicada a aplicação na parte frontal ou externa.

Região externa do braço: Nesta parte, é recomendado que a aplicação da insulina seja feita por outra pessoa, uma vez que é uma região de difícil acesso.

Locais para evitar a aplicação

Assim como há os melhores locais para se fazer a aplicação da insulina, também existem certos locais que devem ser evitados, seja pela sua baixa absorção ou pelas dores recorrentes durante a aplicação. Confira as regiões:

Região interna das coxas: Se aplicada nesta região, o paciente irá sentir fortes dores ao caminhar.

Locais próximos a cicatrizes e pintas: É fundamental evitar regiões próximas a cicatrizes ou pintas, pois, além da complicação na perfuração, também existe a chance de causar dores posteriores e até mesmo machucados.

Áreas exercitadas: Não é recomendado fazer a aplicação de insulina em qualquer área do corpo que será exercitada na sequência (como nádegas, por exemplo). As atividades físicas farão com que aumente o fluxo sanguíneo, e isso fará com que a insulina de ação lenta seja absorvida de forma mais rápida que o normal.

Sobre a prega subcutânea

A prega subcutânea é uma pinça com os dedos polegar e indicador, que reduz o risco de aplicação na região muscular, quando a agulha possui um comprimento maior ou quando o indivíduo possui pouco tecido subcutâneo.

Rodízio das áreas de aplicação

É muito importante que o portador de diabetes faça um rodízio dos locais de aplicação de insulina. Do contrário, se realizada muitas vezes em uma única área, ela poderá sofrer lesões na pele, poderão ser formadas bolsas de gorduras e nódulos.

7 Cuidados que um paciente com diabetes precisa ter ao praticar exercícios

Quem sofre de diabetes, sabe: Conviver com a doença não é uma tarefa muito fácil. Dieta rigorosa, avaliações constantes dos níveis de insulina, aplicação da mesma… Estes são alguns dos muitos cuidados que os diabéticos devem ter diariamente, já que a diabetes trata-se de uma doença silenciosa.

Apesar de todos estes cuidados constantes, a pessoa que sofre de diabetes pode fazer tudo o que uma pessoa comum faz, como por exemplo, praticar exercícios físicos e esportes. Os diabéticos não só podem realizar estas atividades como podem competir com as pessoas que não sofrem da doença.

Os exercícios físicos são fundamentais no tratamento “não farmacológico” da diabetes, ou seja, o tratamento da enfermidade vai além de medicamentos. As atividades ajudam no ajuste do controle da glicemia, diminuindo a dose necessária de insulina e outros remédios orais, além de reduzir a massa gorda (que leva à obesidade no caso de pessoas diabéticas) e elevar a massa magra.

Todavia, os pacientes que sofrem de diabetes precisam ter alguns cuidados especiais ao praticar esportes. Cuidados estes que devem requerem atenção antes, durante e após a prática do exercício.

Neste artigo, você irá conhecer os 7 cuidados que um paciente com diabetes precisa ter ao praticar exercícios físicos. Confira.

  1. Ajuda profissional: O primeiro e primordial cuidado a ser tomado por um paciente que sofre da doença é consultar um médico endócrino. Somente com a liberação de um endocrinologista, o indivíduo poderá praticar alguma atividade.

É importante ressaltar também que, a atividade física deve ser sempre supervisionada por um educador físico, afinal, somente este profissional possui a aptidão de definir a sua intensidade, duração de tempo e modalidade de exercício; tornando a prática ainda mais segura. Inclusive, existem muitos educadores físicos especializados em alunos portadores de diabetes.

  1. De olho no tempo e frequência: Pessoas que sofrem de diabetes não devem passar horas treinando na academia. Para este público, 60 minutos de atividades físicas diárias, com frequência mínima de três dias semanais são suficientes para aprimorar os níveis de glicose no sangue do indivíduo.

No entanto, se o paciente é fã de malhação, não há limitações. Se estiver bem controlado, ele poderá praticar os exercícios durante a mesma intensidade, tempo e frequência que qualquer outra pessoa que não sofra da doença.

  1. Controle da glicemia: O principal efeito que a prática de exercícios físicos traz às pessoas diabéticas é a redução dos índices de glicemia. A glicose nada mais é do que a fonte predominante de energia na primeira meia hora de exercício. Sendo assim, a prática das atividades físicas possui a funcionalidade similar à insulina, quanto a sua utilização de glicose pela célula.

A prática de exercícios físicos incentiva a secreção de determinados hormônios, como o cortisol e o hormônio do crescimento, também conhecido como GH. Com isso, o fígado produz glicose, o que faz elevar o índice de glicemia. Em contraponto, a atividade física eleva a sensibilidade dos tecidos corporais à insulina, fazendo com que o nosso corpo metaboliza e glicose de modo mais fácil. Ou seja, o corpo atua como uma espécie de balança, uma vez que determinados procedimentos físicos subam a glicemia, outros reduzem.

É importante frisar que, se antes de dar início ao exercício, o nível de glicemia estiver maior que 250 mg/dl, a atividade física está contraindicada, pois ela poderá ocasionar em um pico glicêmico. Mas, se ela estiver em um número inferior a 150 mg/dl, os exercícios podem ser feitos tranquilamente, pois eles também auxiliarão a reduzir estes índices.

  1. Adequação da insulina: A insulina e outros medicamentos que reduzem a glicemia possuem sua ação energizada pela elevação do metabolismo que acontece durante a atividade física. Por esta razão, é recomendada que, sob orientação médica (sempre!), a dose do remédio tomada seja inferior ao do dia da concretização do exercício físico.

A pessoa diabética precisa fazer a sua monitorização da glicemia com frequência, até ela compreender como é o comportamento de seu corpo antes, durante e após o exercício físico; realizando a suplementação quando houver necessidade.

  1. Troque a esteira pela musculação: Os exercícios aeróbicos como a caminhada, são essenciais para pessoas diabéticas, no entanto, exercícios como a musculação também são bastante benéficos. Isso porque a repetição das contrações musculares incentivam componentes da membrana muscular. Isto faz com que as proteínas presentes nas células carreguem com mais facilidade a glicose para o seu interior. Além do mais, o controle do nível de açúcar no sangue faz com que haja uma redução da dependência da suplementação de insulina.
  2. Alimentação: Antes de dar início aos exercícios físicos, é importante fazer a ingestão de uma pequena quantidade de carboidrato. Uma barrinha de cereais ou uma fatia de pão integral é uma boa pedida. O carboidrato é percursos da glicose e sua liberação ocorre de forma lenta no organismo, o que impede a queda brusca da glicemia.

O consumo de carboidratos também é essencial ao final dos exercícios, para que as energias gastas possam ser repostas.

  1. Atenção com os pés: Pacientes que sofrem de diabetes possuem uma complicação denominada neuropatia, que gera uma redução da sensibilidade das extremidades, como os pés, por exemplo. Esta condição pode causar uma das complicações mais conhecidas dos pacientes diabéticos: “O pé diabético”. Nestes casos, os pacientes que sofrem da doença podem vir a se machucar e não notar (esta condição está ligada à má circulação sanguínea), podendo gerar casos graves, como a amputação.

Para evitar que este tipo de problema aconteça, é necessário fazer uso de meias e calçadas confortáveis e apropriadas para a atividade física.

Outra recomendação é ficar sempre de olho nos seus pés, pois como não há percepção de dor e incômodo, a lesão pode ser identificada logo no início e imediatamente tratada.

Os tipos de diabetes e seus cuidados

É importante informar que os cuidados para o portador da diabetes tipo I são os mesmos para aqueles que portam o tipo II da doença.

A única distinção está na possibilidade do portador do tipo I sofrer hipoglicemia, por conta do uso diário de insulina. Sendo assim, os cuidados para os pacientes de diabetes tipo I deve ser redobrado.

O que um diabético deve fazer antes de praticar exercício?

Eis um fato interessante: Não são poucos o número de atletas profissionais que sofrem de diabetes, seja ela do tipo I ou II. E eles estão presentes em diversas modalidades esportivas, como futebol, natação e atletismo. No entanto, a pessoa que sofre desta doença sabe que não é bem simples a sua condição.

Quando se fala em diabetes e prática de exercícios, uma série de cuidados devem ser tomados, e isso antes de dar início à atividade e até mesmo durante ela.

Neste artigo, nós trazemos as principais medidas que um diabético deve ter antes de praticar qualquer exercício físico. Confira.

Cuidados essenciais

Antes de tudo, a primeira coisa que deve ser levada em consideração e feita antes de qualquer atividade física, é realizar a medição da insulina.

Se ela estiver em um número inferir a 100 mg/dl, o paciente deverá ingerir carboidratos imediatamente. Se o valor estiver entre 100 mg/dl a 250 mg/dl, não será necessário. Já em casos onde o diabético apresentar uma quantidade maior que 250 mg/dl, ele deverá dosar os corpos  cetônicos na urina. Se houver a impossibilidade de concretizar a cetonúria, o indivíduo não poderá dar início às atividades físicas com os níveis de glicemia acima de 300 mg/dl.

Qual a intensidade dos exercícios para quem tem diabetes?

Muitos diabéticos desavisados acreditam que, por conta da doença devem fazer exercícios leves, como caminhadas vagarosas.

A grande verdade é que, assim como qualquer outra pessoa, uma pessoa que sofre da doença pode evoluir em seu treino. Afinal, como bem mencionamos no início deste artigo, existem muitos atletas diabéticos que são jogadores de futebol.

Todavia, exercícios como corrida, natação, pedalada e futebol; possuem a tendência de reduzir a glicose na corrente sanguínea de modo mais rápido, devido ao fato de demandarem mais energia.

Já os exercícios físicos de resistência, como a musculação, por exemplo, são fundamentais para o diabético. Isso porque este tipo de atividade mantém a glicemia baixa por um tempo maior.

Dicas para ter um treinamento seguro

Existem certas recomendações para pessoas diabéticas, para todas as fases que envolvem a prática de exercícios. Ou seja, antes de dar início a qualquer tipo de atividade, deverão ser tomadas as seguintes medidas:

– Consulte um endocrinologista;

– Pacientes que sofrem de arritmia e outras complicações cardíacas só devem fazer exercícios após a liberação de um cardiologista;

– Realize exames oftalmológicos;

– Procure um educar físicos, para que o mesmo possa acompanhar o seu desempenho. Existem muitos profissionais especializados em alunos diabéticos.

– Antes de dar início ao exercício, meça a glicemia. Dependendo do nível, aja conforme explicado no início do artigo.

– Faça uma refeição leve;

– Escolha um horário que não entre em conflito com o pico de ação dos medicamentos que baixam a glicose;

– Tenha sempre em mãos a sua carteirinha de identificação do diabético, pois, em caso de hipoglicemia, as pessoas saberão como proceder.

– Leve sempre consigo um sachê de açúcar, pois se a glicemia vir a baixar, ele será necessário.

Diabetes emocional é verdade?

Uma pergunta que gera bastante controvérsia: A Diabetes emocional é uma doença de verdade?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a Diabetes Emocional não é uma doença. Oficialmente, existem três tipos de diabetes, que são: Diabetes tipo I, diabetes tipo II e diabetes gestacional. Além destes três tipos, também é possível desenvolver a doença por meios genéticos, hormonais e pancreáticos.

Em outras palavras, a diabetes emocional não se trata de um diagnóstico da doença propriamente dita, no entanto, as emoções que sentimentos, sejam elas positivas ou negativas, podem influenciar no desequilíbrio do nível de açúcar presente no sangue. Ou seja, em casos de predisposição ao surgimento da diabetes, o fator emocional pode ser sim o fator do seu desencadeamento.

Além dos nossos sentimentos, a diabetes emocional pode ser desencadeada por complicações de ordem psíquica, mas isso, no entanto, somente ocorre em quem apresenta alguma predisposição genética.

É válido ressaltar que, nossos sentimentos positivos e negativos, podem acarretar não só a diabetes emocional, mas também a diabetes do tipo I e II.

Diabetes emocional requer tratamento psicológico?

Em todos os casos onde a diabetes emocional for desencadeada por questões emocionais, se faz necessário cuidar do lado psíquico.

O indivíduo precisa obter, na medida do possível, uma vida equilibrada. Para isso, é necessário autoconhecimento e até mesmo mudanças em como as pessoas agem a certas situações e problemas. Para isso, é fundamental que se tenha a presença e o acompanhamento de um psicoterapeuta. E é claro, também é essencial o tratamento médico da “doença”.

O que pode ajudar no controle da Diabetes Emocional?

Exercícios simples como meditação, prática de esportes e exercícios físicos, relaxamento e toca de instrumento auxiliam na liberação dos sentimentos reprimidos de uma pessoa.

Afinal, passar por cima de problemas e sentimentos de estresse são prejudiciais à saúde. É necessário sentir estas tensões, para que depois elas sejam liberadas. Em outras palavras, devemos encarar tudo aquilo que nos aborrece, para não ir acumulando e adoecendo o corpo.

Dicas para lidar com o estresse

– Manter-se emocionalmente equilibrado e contar com o apoio da família e amigos;

– Em momentos de estresse, lidar bem com a respiração. O ato de respirar fundo, por exemplo, auxilia bastante;

– Ter força de vontade e motivação pessoal;

– Praticar exercícios físicos com regularidade;

– Ter uma boa alimentação saudável;

– Fazer a automonitorização do nível de glicemia;

– Fazer a medicação nos horários corretos.

Conclusão

Apesar de não ser considerada oficialmente uma doença, a diabetes emocional pode afetar qualquer pessoa que não saiba lidar bem com suas emoções e que não possua uma condição genética muito favorável.

O modo como encaramos as situações do nosso dia-a-dia são elementos primordiais para a prevenção desta “doença”. Sendo assim, é fundamental estarmos sempre com pensamentos e atitudes positivas, tendo uma boa e movimentada rotina (conforme explicado no tópico anterior), além de ter uma boa relação familiar. Afinal, quando falamos em saúde, não estamos nos referindo somente ao nosso corpo, mas também à mente.

6 dicas para o diabético sobre o exercício

Todo mundo sabe que os exercícios físicos são fundamentais para a nossa saúde e bem estar, de forma geral, seja para as pessoas que possuem complicações de saúde ou não. Todavia, em caso de pacientes portadores de diabetes, o procedimento requer todo um cuidado especial, que vai desde uma dieta alimentar saudável a controle dos índices de glicose.

Diferente do que muita gente pensa, a prática de exercícios é totalmente benéfica à saúde de pessoas diabéticas, inclusive tal combinação pode gerar melhoras para o organismo, uma vez que a musculação, por exemplo, pode auxiliar na redução do uso de alguns medicamentos.

É claro que, a pessoa que sofre de diabetes precisa ter alguns cuidados essenciais antes, durante e depois da prática dos exercícios. Se você quer saber que cuidados são estes, basta continuar a leitura, e ver as 6 principais dicas para o paciente diabético. Confira!

  1. Aliando a diabetes e exercício físico: O que boa parte da população portadora de diabetes desconhece, é que a morte pela doença pode ser evitada com o diagnóstico do preparo físico do paciente. Por isso, antes de dar início a qualquer prática de atividade física, consulte inicialmente um endocrinologista, pois ele saberá quais são suas limitações e se você pode ou não realizar atividades.

Acontece que apesar do diagnóstico médico, pessoas que sofrem da doença podem sim vir a praticar exercícios e treinamentos mais intensos assim como qualquer outra pessoa que não seja portadora da doença.

É recomendado também procurar por um educador físico, afinal existe alguns exercícios físicos que são específicos para cada tipo de paciente e diabetes, pois o controle e equilíbrio dos níveis de glicose variam bastante de acordo com o tipo da doença, além das atividades e problemas relacionados a ela.

  1. Ajuste na alimentação: A reeducação alimentar é fundamental para as pessoas diabéticas. E, no caso do início à prática de exercícios também é muito importante ter uma boa alimentação. Comer antes do treino físico é regra, e a melhor recomendação é um alimento que possua carboidrato, como uma barra de cereais ou uma fatia de pão integral. Também é fundamental ingerir bastante água.

Após o término da atividade, também é necessário fazer a ingestão de alimentos como estes, para repor as energias gastas com a atividade.

  1. De olho na glicose: Esteja sempre de olho nos níveis de glicose, seja antes, durante e após a prática de exercícios. A manutenção deve ser constante.
  2. Tenha sempre em mãos a pulseira identificadora: Uma das principais recomendações aos portadores de diabetes é sempre fazer uso da pulseira identificadora ou ter em mãos a carteira de identificação da diabetes, pois em caso de alguma complicação, as pessoas saberão como agir.
  3. Use sapatos confortáveis: Os sapatos dizem muito sobre o nosso desempenho em qualquer atividade física, e no caso de pessoas que sofrem de diabetes, esta atenção deve ser redobrada. Para evitar complicações nos pés e possíveis machucados, opte sempre por meias grossas e tênis bem reforçados e confortáveis. Jamais pratique qualquer exercício de chinelos.
  4. Outras doenças: Se o paciente é portador de outra doença além da diabetes, é de extrema importância que ele converse com um médico antes de dar início aos exercícios. Somente um profissional irá ajudar na dieta, nos exercícios recomendados a serem feitos, nos melhores horários e no uso de medicamentos.

Quais exercícios físicos o diabético pode fazer?

Esta resposta irá variar de acordo com o tipo de diabetes que o paciente possui. No caso de diabéticos que têm problemas na visão ou nos nervos dos pés, suas opções são bastante limitadas, devendo consultar antes um educar físico. O exercício mais recomendado para estes pacientes é a caminhada e outros exercícios aeróbicos.

Os indivíduos que possuem sensibilidade nos pés devem protegê-los, com meia e calçados resistentes e confortáveis.

Quanto aos demais diabéticos, os melhores exercícios a serem realizados são os aeróbicos (caminhada, natação, ciclismo, dança e corridas) e exercícios de resistência, como musculação e ginástica localizada. A musculação vem se mostrado a atividade física mais benéfica para os diabéticos, pois auxilia na redução da dependência dos medicamentos. No caso dos pacientes que sofrem do tipo II de diabetes, os exercícios de resistência diminuem a insulina e aprimoram o equilíbrio glicêmico, além da pressão arterial.

Já os pacientes que sofrem da diabetes tipo I, não há nenhuma comprovação referente às vantagens em se praticar exercícios de resistência, no entanto, acredita-se que estas atividades podem potencializar certos medicamentos.

O único cuidado a ser tomado é que, os exercícios de resistência devem ser realizados antes dos aeróbicos, para que não haja risco de hipoglicemia.

Os exercícios aeróbicos também trazem muitos benefícios ao organismo do paciente diabético, como a melhora no desempenho do coração e suas artérias, na funcionalidade dos pulmões, nas enzimas oxidantes e a densidade mitocondrial. A grande vantagem também é que, tanto no caso de pacientes do tipo I quanto II, o risco de morte por complicações cardiovasculares é reduzido de forma significativa.

Recomendações de exercícios físicos para cada faixa etária

Qualquer pessoa, de qualquer idade deve fugir do sedentarismo. E, de acordo com o Departamento de Saúde de Diabetes, há uma indicação de exercícios para cada faixa etária. Veja:

Crianças menores de cinco anos: Atividades no chão e na água.

Crianças acima de cinco anos: Três de exercícios em variados turnos, vindo a totalizar 180 minutos semanais.

Cinco a 18 anos: Exercícios físicos diários moderados ou vigorosos por uma hora. As atividades vigorosas devem ser feitas três vezes por semana, para fortalecer os ossos e músculos.

19 a 64 anos: Seja moderada ou mais vigorosa, os exercícios devem ser por duas horas e meia semanais, totalizando em 150 minutos, incluindo exercícios de fortalecimento dos músculos.

Acima de 65 anos: Exercícios físicos que ajudem na manutenção das funções cognitivas. As atividades podem ser divididas durante o dia, e requerem muitos cuidados, para evitar quedas e outros acidentes. Feitos em cinco dias semanais, devem totalizar em 150 minutos.

5 passos para diminuir o consumo de açúcar

O excesso de açúcar em nosso organismo se trata de algo muito perigoso para a nossa saúde, podendo trazer uma série de complicações para a nossa saúde, como a diabetes, por exemplo. A Diabetes é a doença mais comum quando se trata de consumo excessivo de açúcar.

A doença, que ataca o corpo silenciosamente é um dos principais fatores da obesidade, complicações no coração e até mesmo no envelhecimento da pele. Portanto, para evitar que você se torne uma vítima desta enfermidade, é de extrema importância manter o nível do consumo de açúcar mais baixo possível.

Para te ajudar nesta tarefa (que para muitos é bastante complicada), nós listamos 5 passos para reduzir o consumo deste alimento. Confira!

1. Não adicione açúcar nas bebidas

É bastante comum adicionarmos colheres de açúcar em nosso café ou em sucos, não é mesmo? Acontece que isso é um grande erro, que compromete e muito o nosso organismo.

Sendo assim, a primeira dica para reduzir o consumo do açúcar, consiste em não acrescentar o alimento em cafés, sucos e leites. O ideal é fazer a substituição destes alimentos por suas versões integrais.

O próprio açúcar conta com uma versão mais saudável, que é o açúcar demerara, alimento que se aproxima da sua versão bruta. Sua coloração é mais escura. O açúcar demerara fica entre o açúcar tradicional e o açúcar mascavo.

Adoçantes também não são recomendados.

2. Corte o refrigerante do seu cardápio

É isso mesmo. Infelizmente, o refrigerante é um dos principais inimigos da saúde, especialmente pela sua alta concentração de corantes, de conservantes e, é claro, de açúcar.

Mesmo os refrigerantes “zero” também não são lá muito amigáveis, uma vez que as doses de conservantes e corantes são igualmente altas as do refrigerante tradicional.

A dica é substituir o refrigerante por sucos naturais. É válido ressaltar também que os sucos de caixinha também devem ser evitados.

3. Elimine os doces da sobremesa

É uma missão praticamente impossível abrir mão daquele chocolatinho depois do almoço, mas a verdade é que este mau hábito é bastante prejudicial à nossa saúde. Ao invés de uma guloseima industrializada, opte por frutas como maçã, morango ou banana em sua sobremesa. As frutas além de diminuírem o consumo de açúcar, trarão muitos benefícios ao organismo.

Os doces podem ser consumidos de forma moderada aos finais de semana.

4. Evite alimentos processados

Apesar de serem alimentos salgados, engana-se quem pensa quem pensa que não há açúcar em sua composição. Alimentos como a salsicha, por exemplo, possuem uma alta concentração de corante e açúcar, ingrediente responsável pelo seu aspecto brilhante.

Além do mais, para diminuir ainda mais o consumo de açúcar, é fundamental ler o rótulo destes produtos industrializados, para que assim seja possível identificar a quantidade de açúcar presente.

5. Diminua o consumo de fast-foods

Estes saborosos lanches são verdadeiras bombas carregadas de gordura saturada, temperos e açúcar. Estes três ingredientes desencadeiam no aumento do colesterol ruim, da obesidade e eleva os níveis de açúcar do organismo, contribuindo para o desenvolvimento da diabetes.

Formas de comer bem fora de casa tendo diabetes

Se para as pessoas que não sofrem de nenhuma doença já é complicado comer fora de modo saudável, imagine para os diabéticos, não é mesmo?! Afinal, são muitas variedades que encontramos nas lanchonetes, restaurantes e food trucks.

As pessoas que sofrem de diabetes passam por grandes dificuldades quando se trata de comer fora, seja por insegurança ou por falta de conhecimento: O que é permitido comer? O que não é? Qual a quantidade?

Por isso, é fundamental que diabéticos se consultem com nutricionais, para que ele possa dizer o que é permitido ou não comer, além do mais, estes especialistas podem adaptar planos alimentares para situações decorrentes como passeios, eventos e viagens.

Existem muitos portadores de diabetes, e boa parte destes indivíduos infelizmente não se consulta com um nutricionista, o que é um erro. Se você é uma destas pessoas ou possui um membro da família que é diabético, confira nossas dicas de meios de se alimentar bem fora de casa.

Para comer de forma saudável fora de casa, é necessário primeiramente se atentar aos seguintes pontos:

  1. Fique de olho no tempo: Evite ficar longos períodos sem se alimentar, para que não haja episódios de hipoglicemia.

Por esta razão, quando sair de casa, é fundamental carregar sempre consigo comidinhas práticas, como por exemplo, barrinhas de cereal, biscoitinhos integrais, sucos pontos (de garrafinha ou caixinha) e frutas frescas ou secas.

  1. Beba muita água: Durante o dia, ingira bastante água. Além de hidratar o corpo, ela ajuda no controle da glicemia.
  2. Fique de olho nos horários: É necessário fracionar as suas refeições em um período de a cada três horas, efetuando no mínimo aproximadamente seis refeições diárias.
  3. Evite comidas gordurosas: Esteja em casa ou no ambiente de trabalho, é fundamental ter sempre opções de alimentos pouco calóricos e saudáveis por perto. Procure não comer pratos pouco nutritivos ou gordurosos.

Agora que você sabe dos cuidados a serem tomados de forma diária, conheça as formas de comer bem fora, mesmo com problemas de diabetes.

As 11 formas de diabéticos comerem bem fora de casa

Veja a seguir as principais dicas para manter a sua diabetes controlada toda vez que se alimentar fora de casa:

  1. Opte por um estabelecimento com diversidade: É fundamental que a pessoa diabética escolha um local com diversas opções de pratos. Desta forma, é possível fazer uma escolha fácil, sem deixar de saborear. A dica é optar por restaurantes self-service.
  2. Prefira saladas ao invés de petiscos: É fundamental que o indivíduo diabético coma salada em suas refeições principais ou nas entradas de outros pratos (ao invés de petiscos). A recomendação também é comer alimentos integrais ao invés da versão tradicional.

Isso porque os alimentos integrais são ricos em fibras, e eles irão auxiliar a evitar a elevação dos níveis de glicemia após as refeições. Além disso, as saladas dão a sensação de saciedade, o que fará com que você coma menos.

  1. Não beba refrigerantes: Os refrigerantes são bebidas ricas em açúcar, o que é um perigo. O mesmo vale para bebidas alcoólicas e sucos naturais de frutas.

Apesar de os sucos serem saudáveis, eles contêm o açúcar natural das frutas. Além do mais, os sucos não possuem as fibras da fruta natural em si, o que faz com que o nível de açúcar se eleve rapidamente.

Procure escolher entre água, café (não adoçado) e chás.

  1. Não coma molhos: Evite molhos que contenham queijo, creme de leite, caldos de carne industrializados, ketchup e farinha de trigo.

Estes ingredientes possuem uma alta quantia de carboidratos e gorduras, que desencadeiam na elevação da glicemia.

O paciente diabético pode optar por molhos de tomate natural, de pimenta, mostarda, vinagrete e iogurte. Também é possível temperar a carne e salada com salsa, orégano, alecrim e gotinhas de limão.

  1. Prefira carnes assadas ou cozidas: Prefira estes dois tipos de carnes, evitando alimentos fritos e empanados, devido ao alto teor de gordura, que elevam os níveis de glicemia e aumentam os riscos de doenças cardiovasculares. E dica: É ainda melhor comer as carnes sem molhos.
  2. Opte sempre por apenas uma fonte de carboidrato no prato: Um cuidado essencial que se deve tomar na hora de montar o seu prato é escolher apenas uma única fonte de carboidratos. Colocando mais de um alimento rico em carboidrato no prato, você está favorecendo o risco do aumento da glicemia.

Alguns dos alimentos que trazem carboidratos são: Arroz, macarrão, farofa, batata, batata-doce e purês.  Sendo assim, prefira as versões integrais de arroz e macarrão.

  1. Evite comer sobremesas: Sabemos que as sobremesas são pratos tentadores, especialmente em lanchonetes e restaurantes. Todavia, é importante evitar o consumo especialmente fora de casa. Isso porque nestes estabelecimentos, as preparações de sobremesa possuem um excesso nos níveis de açúcar e gordura; justamente para atrair ainda mais a atenção dos clientes.

Mas, ainda assim se a missão de ficar sem um sobremesa for difícil, opte por saladas de frutas. Outra alternativa são as sobremesas diet (mas que dificilmente são oferecidas em restaurantes e outros estabelecimentos).

  1. Ingredientes proibidos: Certos ingredientes são perigosos para as refeições dos diabéticos, por isso, deve-se evitá-los. São eles: Bacon, creme de leite, chantilly, frituras, maionese, molhos e queijos amarelos.
  2. Troque certos alimentos por legumes e verduras: Vamos supor que desta vez você decide ir a uma pizzaria ao invés de um restaurante. Nesta situação, escolha pizzas que trazem cogumelos, escarola e rúcula. Também é fundamental pedir por massas finas e sem bordas e claro, preferencialmente pizzas vegetarianas.
  3. Fuja do óleo! Alimentos refogados, como verduras são excelentes alternativas de pratos para pessoas diabéticas, no entanto, é preciso prestar atenção na quantidade de óleo. Fuja dele e opte por azeite.
  4. Atenção ao cardápio: Por último e não menos importante, deve-se antes de fazer o seu pedido, analisar o cardápio do restaurante/estabelecimento, verificando os ingredientes utilizados nas preparações de cada prato. Assim, será muito mais fácil você ver o que é melhor para você.

Tatuagens e piercing são perigosos para diabetes?

Há muitas relacionadas a aplicação de piercings e tatuagens, especialmente quando se trata de pessoas diabéticas. Afinal, este público pode fazer as duas coisas?

Há quem diga que pessoas que sofrem de diabetes não podem ter piercings ou fazer tatuagens, mas a grande verdade é que isso é puro mito. Os riscos dos diabéticos de contrair uma infecção ou qualquer outra complicação por conta de tatuagens e piercings são iguais ao das demais pessoas. Ou seja, todos nós estamos sujeitos às complicações posteriores.

Todavia, se o quadro de complicação submergir um envolvimento nos vasos da microcirculação, a infecção poderia ser muito maior. É importante frisar que esta situação pode demorar a acontecer. Ou seja, o problema poderia afetar indivíduos com a doença má controlada por um período maior.

Como dito, qualquer pessoa, seja diabética ou não, está sujeita a sofrer complicações posteriores a aplicação de piercing e tatuagem. As principais questões estão relacionadas no ato, mais especificamente na higiene.

Tatuagens, piercings e a higiene

Antes de fechar negócio com um tatuador ou com um body piercer, é necessário fazer uma pesquisa minuciosa sobre como é feito o trabalho do profissional e do ambiente.

Como explicamos anteriormente, tanto pessoas que sofrem de diabetes quanto aquelas que não sofrem estão sujeitas a riscos, mas em alguns casos de complicações de infecções, para diabéticos a negligência traz consequências ainda piores. Se um indivíduo diabético sofrer uma infecção, a mesma poderá levar mais tempo para ser combatida, especialmente se a glicemia não estiver controlada.

Por isso, é fundamental procurar por um profissional habilitado. Pesquise bastante sobre o seu trabalho, cheque o ambiente e as condições de higiene, e, sobretudo, se os materiais utilizados estão esterilizados. Lembre-se também de verificar se o profissional faz uso de luvas.

Com a glicemia sob controle, os únicos riscos são os mesmos de qualquer pessoa. Quer saber que riscos são estes? Veja a seguir:

Tatuagens:

No geral, os riscos de se fazer tatuagens são:

– Infecções na parte do corpo onde foi feita a tatuagem;

– Risco de reação alérgica aos produtos utilizados nas tintas e nos instrumentos;

– Contaminação de Hepatite B e C, HIV, dentre outras doenças contagiosas; por conta da higiene das agulhas e tintas.

Aplicação de piercings:

Já no caso de aplicação de piercings, a situação já é um pouco diferente, apresentando riscos reais. Isso não quer dizer que pessoas diabéticas não podem fazer uso de piercing. Elas podem fazer uso do acessório em qualquer parte do corpo (orelha, nariz, língua, lábios, áreas íntimas etc), mas estão sujeitas aos riscos. São eles:

– Desenvolver cicatrizes permanentes ou queloides na área onde o piercing foi colocado;

– Em caso de glicemia elevada, o piercing levará mais tempo para cicatrizar. O problema na demora da cicatrização é que aumenta-se as chances de desenvolver infecções.

Além destes dois riscos, há também as mesmas complicações no caso de tatuagens.

Agora que você sabe que a história de que diabéticos não podem se tatuar e usar piercings é um mito, sinta-se à vontade para dar um “up” no seu visual!

Os diferentes tipos de diabetes

Infelizmente, a diabetes é uma doença bastante comum em diversos países, inclusive aqui no Brasil. Mas, você sabe que existem mais de um tipo de diabetes? Sabe quais são elas?

Antes de descobrir quais são os tipos de diabetes, é necessário compreender a funcionalidade da insulina e da glicose em nosso organismo. A insulina nada mais é do que um hormônio produzido no pâncreas, cuja finalidade é o auxílio na absorção da glicose nas células, desta forma concentrando a quantidade de glicose no sangue.

Já a glicose é o carboidrato presente em vários alimentos, cuja finalidade é prover energia ao organismo. Sendo assim, se não tivéssemos a insulina, nosso organismo não seria capaz de absorver a glicose; o que caracteriza a doença de diabetes.

No total, existem três tipos de diabetes. São elas: Diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e diabetes gestacional.

Conheça a seguir as características de cada uma delas:

Diabetes tipo 1: Este tipo de diabetes possui causas desconhecidas, mas acredita-se que a sua origem seja genética ou até mesmo auto imunológica.

Neste caso o pâncreas, órgão responsável pela produção do hormônio insulina não consegue o produzir ou em alguns casos o produz em quantidade  escassa, por conta do extermínio das suas células.

Sendo assim, a concentração de glicose existente no sangue aumenta de forma gradativa, e o indivíduo deve fazer a aplicação de insulina de forma diária por meio de injeções.

Diabetes tipo 2: Este tipo de diabetes é bastante comum em adultos acima de 40 anos, especialmente em indivíduos obesos, sedentários e que fumam. No entanto, a doença também pode acometer jovens com maus hábitos alimentares e sedentários.

Neste caso, o pâncreas é incapaz de produzir a insulina suficiente ou a produz normalmente, no entanto, o organismo não consegue usá-lo corretamente.

Diferente da diabetes tipo 1, a diabetes tipo 2 é uma doença silenciosa, ou seja, ela ataca sem apresentar sintomas; o que faz dela uma doença perigosa. Em termos médicos, doenças que não apresentam sintomas são chamadas de “assintomáticas”.

Diabetes gestacional: Como o próprio nome sugere, este tipo de diabetes surge na gravidez, desaparecendo na maioria dos casos após o parto. Mulheres que desenvolvem a doença durante a gestação  recebem um acompanhamento especial, a fim de avaliar os riscos que a própria mãe e o bebê podem sofrer.

Em alguns casos, há a possibilidade da mulher acabar desenvolvendo a diabetes tipo 2.

Quem pode desenvolver diabetes?

Além dos perfis listados acima, também podem desenvolver diabetes pessoas com colesterol alto e indivíduos com histórico de diabetes na família.

Como tratar a diabetes?

O tratamento irá depender do tipo de diabetes que o indivíduo desenvolveu.

No caso da diabetes 1, a pessoa deverá aplicar as injeções de insulina para o resto da vida. No tipo 2, deve-se praticar atividades físicas, tomar os medicamentos rigorosamente e fazer uma dieta balanceada. Já na diabetes gestacional, a mulher deverá seguir às recomendações dadas pelo médico, para que a sua saúde e a do bebê estejam asseguradas.

 

Composto da Fórmula

Psyllium

O Psyllium é obtido a partir da semente da planta Plantago Ovata e possui característica higroscópica, que por sua vez, permite que se expanda e produza mucilagem (súbstância pegajosa produzida por quase todos os vegetais).

– Reduz as Chances de Prisão de Ventre
– Melhora a Saúde do Coração
– Melhor Controle da Glicose

Quitosana

Extraída do exoesqueleto de crustáceos como lagostas, caranguejos e camarões, a quitosana é uma fibra natural que facilita o trânsito intestinal, estimulando a eliminação da gordura ingerida.

Ágar-ágar

Produto extraído de algas marinhas vermelhas da classe Rodophyta. Comercializado na forma de pó, é utilizado na culinária vegetariana em substituição à gelatina animal em preparações diversas. Trata-se de um polissacarídeo (70% do total da composição são fibras solúveis).

Spirulina

É uma alga que pode ser utilizada como suplemento alimentar indicada como uma excelente fonte de minerais, vitaminas, proteínas e aminoácidos, importantes na dieta vegetariana e durante a prática de exercícios físicos.
Ajuda:
– Regular o peso;
– Prevenir o câncer;
– Combater doenças cardiovasculares;
– Controlar a glicemia;
– Combater a anemia;
– Boa para os músculos;

Colágeno

O colágeno ou colagénio é uma proteína de importância fundamental na constituição da matriz extracelular do tecido conjuntivo, sendo responsável por grande parte de suas propriedades físicas.

Berinjela em Pó

A farinha de berinjela é ótima para saúde, tendo um grande potencial de reduzir o colesterol, além de melhorar muito o trânsito intestinal.