Cardápio perfeito para controlar a insulina

Se você sofre de diabetes, provavelmente você tem certa dificuldade em manter a sua alimentação restrita, não é mesmo? A tentação é forte e requer muita força de vontade.

Além da boa alimentação, o diabético deve também adotar novos hábitos saudáveis, como a prática regular de exercícios. Em relação aos exercícios, talvez a dificuldade seja menor. Já em relação a alimentação, o problema é um pouco maior.

O diabético deve ter um controle da insulina, e muita gente apesar de ser portador da doença, não sabe como controlá-la. O acompanhamento médico no diabetes se faz fundamental, para avaliar os riscos do organismo e a avaliação de possíveis mudanças no estilo de vida/alimentar.

Mas, você sabe como deve ser o cardápio de alguém que possui resistência à insulina?

Se a sua resposta é não, saiba que não há a necessidade de eliminar todos os carboidratos, e sim fazer a combinação dos mesmos com pequenas porções de hidratos de carbono com produtos ricos em proteínas, como: Peixes, lacticínios, nozes e ovos; em cada refeição.

Estas combinações alimentares garantem que o organismo possuam pequenas quantidades de hidratos de carbono, que são altamente eficazes na regularização da insulina, enquanto que as proteínas por sua vez, ajudam na finalidade da manutenção completa do organismo e ao fornecimento dos nutrientes fundamentais, como cálcio, ferro e gorduras benéficas.

Ao longo prazo, o cardápio para quem tem resistência à insulina encontra-se no plano de calorias contidas, com níveis contidos de proteínas e carboidratos.

A seguir, veja algumas dicas de cardápio de como seguir uma dieta para controlar a insulina.

Café da manhã: Coma leite e cereal. Outra opção são frutas, com queijos ou biscoito.

Almoço: Sanduíche de atum ou presunto em pão estaladiço.

Sobremesa: Iogurtes naturais, frutas e até mesmo 20 g de chocolate meio amargo (diet).

Chá da tarde: Barra de cereais.

Jantar: Salada, bife de atum ou massa de atum.

Dicas alimentares para controlar a insulina

Um cardápio com poucos carboidratos e quantidade moderada de gordura e proteínas auxilia – e muito – o tratamento dos efeitos da resistência da insulina, bem como a síndrome metabólica. Portanto, se você sofre com o controle da insulina, saiba que o cardápio recomendado acima não basta.

Confira a seguir algumas dicas:

– Troque os carboidratos processados e refinados como arroz branco, pão branco, massas tradicionais e açúcar por suas versões integrais.

– Evite o consumo de bebidas alcoólicas e refrigerantes, que contam com uma grande quantidade de açúcar refinado. Sucos de saquinho e de caixinha também devem ser evitados.

– Reduza a sua ingestão de batatas, principalmente batatas fritas, pois elas trazem um nível de glicemia altíssimo e podem comprometer o controle da insulina. É possível fazer a substituição da batata pela batata doce, que é benéfica e livre dos altos índices glicêmicos.

– Consuma vegetais sem amido. Isso porque eles possuem um baixo índice de glicemia e são saudáveis para os diabéticos que têm dificuldade em controlar a insulina. Dentre os vegetais que o consumo é indicado, estão: Aspargo, brócolis, abacate, couve-flor, legumes em geral, amendoim, soja, ervilha e feijão.

É válido ressaltar que gorduras saturadas de fontes vegetais como o coco, por exemplo, também são grandes aliados. Além do mais, é indicado que seja consumida porções mínimas de carboidratos, que casem com as proteínas e gorduras. Também é recomendado que os coma em pequenas quantidades ao longo do dia, ao invés de uma grande porção em uma única refeição.

Carboidratos bons e carboidratos ruins

Conforme já explicado, a substituição dos carboidratos processados e refinados pelas suas versões integrais irão te ajudar com o controle da insulina, pois os alimentos integrais não processados possuem baixos índices glicêmicos.

Os carboidratos refinados e o açúcar (que também se encaixa na categoria) são encontrados em doces, bebidas alcoólicas e refrigerantes devem ser banidos no caso das pessoas que sofrem de resistência à insulina.

A dica está na ingestão dos carboidratos. Ou seja, não se trata apenas dos carboidratos que você ingere, mas o quanto se ingere.

Não coma grandes quantidades de carboidratos isoladamente dos demais alimentos, e sim pequenas porções de carboidratos no decorrer do dia, por meio de porções moderadas de gorduras benéficas e proteínas. Faça a divisão dos carboidratos no decorrer do dia, de modo a auxiliar a regularização dos níveis de açúcar na corrente sanguínea e insulina.

A cafeína e a insulina

A cafeína conta com benefícios relacionados a insulina. Isso porque ela ajuda na melhora da circulação, reflexos e auxilia até mesmo na concentração. Apesar de algumas pesquisas apontarem que a cafeína contribui para o desenvolvimento do diabetes, foi descoberto que os voluntários que ingeriram doses regulares de cafeína sofriam uma elevação da sensibilidade à insulina.

Os resultados mostraram-se preocupantes, pois o risco do desenvolvimento da doença está ligado ao grau de resistência à substância do corpo.

 

 

Isso é preocupante, porque seu risco de diabetes está diretamente relacionado ao grau de resistência a insulina do seu corpo.

Exercícios físicos benéficos para o controle da insulina

A prática de atividades físicas regulares também pode auxiliar na regularização dos níveis de insulina do organismo. A razão está ligada à melhora dos índices de glicose na corrente sanguínea.

Na medida em que o tempo passa, os exercícios ajudam a prevenir ou tratar o diabetes tipo 2. Além do mais, uma das principais vantagens da prática de exercícios está ligada à estética, na perda saudável de peso.

A sugestão é a prática de 30 minutos de exercícios diários. Mas, se você não está adaptado (a) a esta rotina, a recomendação é de quatro vezes por semana. Na medida em que você aumentar a sua resistência, você conseguirá se exercitar por mais tempo e por mais dias.

Atividades físicas de baixo impacto como a caminhada ou corrida, andar de bicicleta, natação e aeróbica são altamente seguros e saudáveis para todos. Já exercícios como Pilates e ioga, também proporcionam altas vantagens, e podendo contribuir para a melhora do controle insulínico ou síndrome metabólica.

15 pratos DELICIOSOS liberados para diabetes na gravidez

Durante a sua gravidez, a mulher pode vir a ser diagnosticada com diabetes. Conhecida como diabetes gestacional, a doença surge por conta de um aumento na quantidade de açúcar no sangue, uma vez que o pâncreas de algumas destas mulheres não consegue produzir insulina  suficiente que atenda às necessidades do seu organismo e do bebê.

Embora na maioria dos casos o diabetes gestacional seja uma condição que desaparece após o parto da doença, é fundamental neste período manter o nível de açúcar no sangue controlado. Assim, após ao dar à luz a mãe não corre o risco de desenvolver o tipo 2 da doença, além de não trazer o risco ao próprio bebê, de futuramente desenvolver tanto o tipo 1 ou o 2 do diabetes.

Sendo assim, é fundamental que durante toda a gestação a futura mamãe tenha uma alimentação balanceada, consumindo mais alimentos integrais e deixando de lado alimentos com açúcar e ricos em carboidratos.

Para te ajudar nesta missão, nós trazemos 15 pratos deliciosos que são totalmente liberados durante a gravidez e que não causam a diabetes gestacional – e para as mulheres que já desenvolveram a doença, também é permitido, uma vez que os pratos são saudáveis e mantém os níveis de açúcar controlados.

Sobre a alimentação da mulher com diabetes gestacional

Antes de apresentarmos a nossa lista com os 15 pratos, é importante ressaltar que a alimentação durante a gravidez deve ser bastante restrita e cuidadosa. É isso mesmo!

E sabe aquela famosa frase de “comer por dois?”. A grande verdade é que ela é um equívoco, pois a necessidade energética durante a gestação é menor do que se imagina, principalmente nos três primeiros meses. Ou seja, comer altas porções pensando que está beneficiando o bebê é um equívoco, e dependendo do que está sendo consumido, um perigo.

Dito isso, confira a seguir os pratos liberados no diabetes gestacional:

  1. Arroz integral, bife grelhado e vagem: Parece um prato simples, mas o bife é a paixão dos brasileiros. Mas, o segredo aqui está na sua preparação. Ao invés de fritá-lo – como é bastante comum -, deve-se grelhá-lo. Para acrescentar o arroz integral e a mistura, coloque uma concha média de feijão, uma sala de alface com cenoura, vagem e suco de laranja não adoçado.
  2. Almôndegas com brócolis refogado: Refeição que pode ser consumida tanto no almoço quanto no jantar, é importante ficar atenta às porções. Sirva-se de arroz (sempre integral), uma concha de feijão, 3 unidades de almôndegas, beterraba, salada de alface e tomate, brócolis refogado e suco de maracujá não adoçado.
  3. Carne assada com abobrinha refogada: Este prato é recomendado quando a mulher entra no segundo trimestre de gravidez. Este prato conta com 4 colheres de arroz integral, uma concha de feijão, 2 fatias finas de carne assada, abobrinha refogada, salada de tomate e repolho, e suco de uva não adoçado.
  4. Cookies integrais caseiros: Quem disse que os doces são inteiramente banidos do cardápio da gestação? Aqui, o cookie é integral, e ele pode ser tanto caseiro quanto industrializado, embora o industrializado não seja muito recomendado. Como acompanhamento, beba uma xícara de leite desnatado.
  5. Macarronada integral com quiabo refogado: Assim como o arroz, as massas devem sempre ser integrais. Aqui, combine o macarrão com um filé de frango assado ou grelhado, salada de rúcula e quiabo refogado.
  6. Filé de peixe com berinjela refogada: Arroz integral, feijão, um filé de peixe grelhado (ou assado), salada de agrião e tomate, e berinjela refogada.
  7. Banana com aveia em flocos: Um prato simples que pode ser consumido tanto no lanche da tarde quanto na janta. Embora parece leve, a aveia tem a função de proporcionar a sensação de satisfação, ou seja, você não sentirá tanta fome. Basta amassar as bananas em um pratinho e coloque sobre elas a quantidade desejada de aveia em flocos.
  8. Strogonoff de frango com couve-flor cozida: Arroz integral, strogonoff de frango e couve-flor cozida. Aqui, também é possível acrescentar (se quiser) uma salada de folhas. Geralmente, as pessoas não gostam de colocar salada junto do strogonoff, mas é uma opção.
  9. Carne moída refogada com salada de brócolis: Arroz integral, uma concha média de feijão e 3 colheres de carne moída refogada com tomate, cheiro verde e tomate. Como acompanhamento, adicione a salada de brócolis, cenoura crua ralada e vagem. Vale ressaltar que é fundamental ter cuidado com os temperos, portanto, se você tem o hábito de utilizar temperos artificiais, os elimine de sua dieta, pois eles são ricos em sódio e até mesmo açúcar.
  10. Castanhas-do-pará com queijo: Neste prato mais leve, recomendado para o jantar ou ceia, coma um pote de iogurte natural, uma fatia de queijo magro (ricota, queijo minas ou tofu) e duas castanhas-do-pará.
  11. Bife de peito de frango grelhado: Arroz integral, feijão, um bife de peito de frango grelhado e uma salada de agrião. Aqui, a bebida pode ser um suco de cenoura e laranja natural, sem adoçantes.
  12. Salada de agrião e pepino temperado: Um prato simples, delicioso e que ameniza a fome. A combinação aqui é de arroz integral, feijão, agrião e ¼ de pepino temperado apenas com limão e azeite.
  13. Rabanetes com filé de frango grelhado: A ideia deste prato é consumi-lo sem arroz e feijão. Aqui, a mulher irá comer um prato de folhas verdes (de sua preferência) com quatro rabanetes temperados com limão e azeite, e um filé de frango grelhado ou assado.
  14. Lentilha e filé de frango assado: A lentilha também deve ser consumida durante a gravidez por conta das suas fibras. Além do mais, ele é um alimento que solta o intestino, fator importante para muitas mulheres grávidas, que sofrem com a prisão de ventre. O prato aqui é composto de arroz integral, lentilha e um filé de frango assado.
  15. Grão-de-bico com batata cozida: Arroz integral, uma concha de grão-de-bico, uma batata média cozida e uma salada de alface e tomate.
  16. Filé de peixe ensopado com vagem refogada: Arroz integral, um filé médio de peixe ensopado e duas colheres de vagem refogada.

Control PRO

Control PRO
Embalagem

Sofrer com diabetes não é fácil. Muitas vezes a pessoa fica com falta de vitaminas e nutrientes e o corpo mais cansado, desanimado, sem forças e debilitado. Mesmo o diabético seguindo uma dieta regrada, ele continua sofrendo com consequências indesejáveis.

Para melhorar a qualidade de vida para quem tem diabetes, é recomendado uma suplementação para auxiliar no tratamento. O Control PRO é um suplemento natural que está chegando no mercado brasileiro e já está mudando a vida de muitas pessoas.

O Control PRO é um suplemento 100% natural que foi criado para auxiliar as pessoas que têm diabetes. Antes de ser colocado no mercado, o produto recebeu inúmeros testes para sua eficácia e comprovação. Hoje é uma fórmula recomendada por médicos e especialistas.

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Funciona Mesmo?

O Control PRO tem o objetivo de dar mais saúde e menos preocupações com a rotina alimentar, que sabemos que é bastante difícil, para quem sofre com a diabetes. Claro que o diabético terá que continuar com uma alimentação equilibrada, contudo o suplemento traz mais liberdade para os pacientes.

Esse suplemento contém várias vitaminas e nutrientes que auxiliam as pessoas. É um suplemento totalmente seguro e eficaz. Para comprovar isso, Control PRO recebeu vários depoimentos de pessoas que usaram o produto e que recomendam para todos o seu consumo.

O suplemento faz um ótimo efeito no organismo e é muito benéfico para quem sofre de diabetes. Por causa de sua eficiência as vendas a cada dia aumentam mais e o seu sucesso está sendo propagado nos blogs e redes sociais.

Benefícios

São vários os benefícios que Control PRO pode trazer ao seu corpo. Primeiramente e principal é a redução do nível de açúcar no sangue. O diabético normalmente tem menos disposição, energia para as atividades diárias por causa do açúcar exagerado que se encontra no sangue.

O suplemento diminui esse índice glicêmico, dá mais energia e disposição ao paciente e diminui aquela sensação de cansaço e fadiga. Você terá mais qualidade de vida e ânimo novamente. Contro PRO melhora o sistema imunológico para que você tenha um corpo mais protegido e forte devido a redução de açúcar no sangue que ele provoca.

Os relatos de clientes que usaram Control PRO é que os próprios médicos reduziram a insulina e outros medicamentos controladores da diabetes. Quando o suplemento começa a fazer efeito – que acontece em poucas semanas – os clientes poderão verificar através de exames que a independência de remédios está prestes a acontecer.

Benefícios Control PRO
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Composição

Por ser um suplemento totalmente natural, Control PRO não causa efeitos colaterais. O produto contém diversas vitaminas e nutrientes que são essenciais para o bom funcionamento do corpo e para o combate eficaz da diabetes.

Control PRO não deve substituir os remédios. O próprio médico com o tempo irá perceber a melhora dos exames e vai diminuir as dosagens. O suplemento é um auxílio extra para diminuir os índices glicêmicos no sangue e trazer mais qualidade de vida ao diabético.

Composição Control PRO
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Preço

O kit mais vendido é o que contém 3 potes por apenas 12 vezes de R$ 34,84. Se quiser resultados ainda melhores, pode adquirir o kit com 5 potes por apenas 12 vezes de R$44,88.

Preço Control PRO
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Onde Comprar

Control PRO só pode ser encontrado no site oficial do produto, que você pode acessar clicando abaixo.

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Control PRO

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Quem tem diabetes sabe que não é fácil conviver com ela. Mesmo seguindo todas as ordens médicas e fazendo uma rigorosa dieta, ainda assim o corpo pode ficar debilitado e com uma grande carência de nutrientes.

Mesmo uma dieta bem controlada, ainda assim ela pode ser insuficiente para manter o corpo sem os efeitos da diabetes. Além do mais, seguir uma dieta rigorosa requer tempo e dinheiro para comprar alimentos orgânicos e diferenciados.

Para auxiliar na rotina da diabetes, o mercado brasileiro está recebendo uma fórmula inovadora capaz de auxiliar e controlar os índices glicêmicos no sangue. O suplemento é o Control PRO, um produto natural que vai agir diretamente para que seu corpo fique melhor com essa doença crônica.

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Control PRO Funciona Mesmo?

O Control PRO é um suplemento totalmente natural feito para ajudar quem sofre com a diabetes. A fórmula dará mais saúde e uma melhor rotina para o paciente, para que não tenha tanta preocupação com a exigente rotina alimentar de quem sofre com a doença.

Isso não quer dizer que o paciente possa deixar de lado a dieta, não. Control PRO foi criado para trazer um pouco mais de autonomia ao paciente, dando os nutrientes necessários para o seu corpo através de ingredientes naturais e com muitas vitaminas.

A fabricante já recebeu inúmeros e-mails de pacientes que consumiram o suplemento e que tiveram suas vidas mudadas depois disso. São relatos com resultados fantásticos de pessoas que conseguiram abaixar o índice glicêmico através do Control PRO.

Benefícios

São vários os benefícios que Control PRO pode trazer para sua vida. Primeiramente o suplemento melhora o sistema imunológico do paciente, fazendo com que seu organismo fique mais forte, mais protegido e mais saudável.

Em poucas semanas já é possível perceber bons resultados. Você vai sentir mais disposição para realizar suas tarefas diárias. Em pouco tempo o nível de açúcar no sangue do paciente já vai estar mais baixo, eliminando aquela sensação que o alto nível de açúcar traz como o cansaço e a fadiga.

Conhecemos vários casos de pacientes em que os médicos reduziram a injeção de insulina, fazendo com que a pessoa fique mais livre de medicamentos que controlam a diabetes. A melhor notícia é que o paciente terá redução do açúcar no sangue, mais bem-estar, mais qualidade de vida e mais saúde.

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Composição

Os ingredientes encontrados em Control PRO são totalmente naturais, ricos em nutrientes e vitaminas essenciais para o corpo. Você terá mais qualidade de vida, bem-estar e saúde em poucas semanas.

Além de ser seguro consumir Control PRO, o cliente também terá segurança na hora da compra. O site da fabricante é protegido, totalmente seguro e protege todos os dados do cliente. O produto chegará em sua casa com segurança, privacidade e rapidez.

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Preço Control PRO

Na compra de 3 potes de Control PRO você vai pagar apenas 12 vezes de R$ 34,84. Se preferir melhores resultados, pode adquirir o kit com 5 potes por apenas 12 vezes de R$ 44,88.

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O cliente pode acessar o site oficial do produto e adquirir com rapidez e segurança o seu Control PRO.

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O que é diabetes gestacional e por que ela ocorre?

Todo mundo sabe que existem dois tipos de Diabetes: o tipo 1 e 2. O que muita gente desconhece é que há um terceiro tipo de diabetes, conhecida como Diabetes Gestacional.

Esta condição é caracterizada pela hiperglicemia (elevação dos níveis de glicose no sangue), que é reconhecida pela primeira vez durante a gestação da mulher. O Diabetes Gestacional ocorre em cerca de 4% das gestações.

Geralmente, o Diabetes Gestacional se cura logo depois do parto. Todavia, as mulheres que desenvolvem a condição, possuem grande risco de sofrer o Diabetes tipo 2. Por isso, por mais que o Diabetes Gestacional seja temporário, é fundamental manter os cuidados, especialmente após ter o bebê.

Como o diabetes gestacional ocorre?

Ainda não se sabe ao certo como a doença ocorre. O que se sabe é que os outros dois tipos do diabetes ocorrem quando o pâncreas não consegue mais produzir quantidade suficiente do hormônio insulina para atender as necessidades do organismo. A diferença do tipo 1 para o tipo 2 é que o 1 se desenvolve entre a infância e a adolescência e as causas podem ser genéticas. Já o tipo 2 se dá basicamente ao estilo de vida do adulto – como sedentarismo e obesidade.

Quando há a falta da insulina ou quando o mesmo não sabe agir de forma adequada, ocorre um aumento do nível de glicose no sangue, ocasionando o diabetes. Durante o período da gravidez, a placenta que liga o bebê ao seu suprimento de sangue, gera altos níveis de uma série de hormônios.

A maioria destes hormônios afeta a ação da insulina das células, elevando o nível de açúcar no sangue.

Na medida em que o bebê vai crescendo dentro da mãe, a placenta produz mais hormônios que agem no bloqueio da insulina. No diabetes gestacional, os hormônios da placenta causam uma elevação do açúcar no sangue em um nível que pode inclusive comprometer o bem-estar da criança.

O diabetes gestacional geralmente ocorre durante a segunda metade da gestação.

Quais são os sintomas do Diabetes gestacional?

Assim como o diabetes do tipo 2, o diabetes gestacional dificilmente causa sintomas. Sendo assim, é essencial que as futuras mamães realizem exames periódicos durante toda a gestação, especialmente entre as 24ª e 28ª semana. Uma vez que for diagnosticada a elevação do açúcar no sangue, a mãe deve tomar cuidados, para evitar problemas para ela e o bebê.

Alguns dos sintomas do diabetes gestacional são muito similares aos sintomas tradicionais da gravidez, ou seja, isso significa que só porque a mulher detectou sintomas como: Vontade frequente de urinar, sede excessiva, infecções na bexiga, ganho de peso e aumento de apetite; não quer dizer que ela esteja sofrendo da doença.

Na dúvida converse com seu médico e explique os sintomas, para que possam ser realizados os exames pré-natais.

Diabetes na infância tem cura?

Considerada uma das principais doenças do século, a diabetes possui dois tipos: O I e o II. O tipo I da doença também é conhecido como Diabetes Infantil, e costuma se desenvolver antes dos 25 anos de idade, acometendo em sua maioria das vezes, crianças e adolescentes.

O Diabetes infantil é uma doença comum, com aproximadamente 145 milhões de indivíduos diagnosticados no mundo. O que difere o diabetes I do tipo II é a forma como ela ocorre.

O Diabetes do tipo I é definido como uma doença crônica, e ocorre quando o pâncreas da pessoa não consegue produzir adequadamente o hormônio da insulina. Por consequência, o sangue fica carente desta substância.

É a insulina o hormônio que possibilita as células do corpo de fazer uso da glicose para gerar energia. Sendo assim, quando há uma falha na secreção de insulina, a glicose permanece na corrente sanguínea e a hiperglicemia ocorre.

Quando a doença é diagnosticada na criança, muitos pais não sabem como lidar com a situação, pois a vida do paciente muda para sempre e novos cuidados devem ter tomados e redobrados a todo o momento. Com isso, muita gente se pergunta: O Diabetes Infantil tem cura?

Por se tratar de uma doença crônica, ela não possui cura, e como dito anteriormente, requer cuidados para toda a vida.

Quais são as causas do Diabetes Infantil?

A causa do diabetes tipo I em crianças e adolescentes ainda é desconhecida. Todavia, com elevada possibilidade, acredita-se que se trata de uma desordem autoimune, que ocorre quando o sistema imunitário ataca o próprio organismo.

Com esta consideração, no diabetes infantil ocasionada por alguma complicação externa ou infecção, o próprio sistema imunológico acaba atingindo o tecido saudável, consequentemente destruindo as células responsáveis pela produção de insulina no pâncreas.

Todavia, o diabetes infantil também pode ser uma doença hereditária em conjunto com infecções virais.

Sintomas do Diabetes Infantil

É muito difícil os pais perceberem que seu filho sofre de diabetes infantil. Neste caso para ajuda-lo a identificar a doença, é possível se atentar aos seguintes sintomas:

– Vontade frequente de urinar;

– Apetite frequente;

– Excesso de sede ao longo do dia;

– Cansaço;

– Moleza;

– Alterações no humor;

– Nervosismo;

– Náuseas e vômitos;

– Perda de peso (em alguns casos, o emagrecimento pode ocorrer mesmo quando o paciente sente fome excessiva).

Ao notar a existência de um ou mais destes sintomas, não hesite em buscar ajuda médica. Quanto antes diagnosticado e tratado o diabetes tipo I, melhor para o paciente.

Tratamentos do diabetes infantil

O tratamento do diabetes infantil visa a manutenção regular dos níveis de açúcar no sangue e controle da glicemia, para evitar complicações maiores. Além disso, cabe também ao paciente manter um estilo de vida saudável que envolve uma boa alimentação (controle da dieta) e a prática de exercícios.

Em relação a prática de exercícios físicos, é importante salientar que existe restrição em casos de hipoglicemia. Isso porque pessoas que possuem os níveis de glicemia muito baixos correm o risco de baixá-los ainda mais. Sendo assim, pacientes com estas condições não devem iniciar nenhuma atividade física.

Dia do Diabetes

Comemorado no dia 14 de novembro, a cada ano o Dia Mundial do Diabetes é direcionado a um tema específico, direto ou indireto à doença. Criado no ano de 1991 pela IDF e conjunto com a Organização Mundial de Saúde, a data foi desenvolvida com a finalidade de responder às preocupações sobre os alarmantes (e crescentes) números de diagnósticos em todo o mundo.

A data 14 de novembro foi definida em homenagem à Frederick Banting que junto de Charles Best, idealizou a descoberta da insulina no ano de 1921.

O Dia do Diabetes se tornou oficial pela ONU no ano de 2007, com a aprovação da Resolução das Nações Unidas 61/225.

A comemoração do Dia do Diabetes este ano

Aqui no Brasil, a campanha do Dia Mundial do Diabetes é organizada pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), sendo liderada pelo Dr. Márcio Krakauer.

Para celebrar a data este ano, o tema escolhido para a campanha foi: “Diabetes, uma doença invisível”.

Através deste tema, a campanha mundial tem como principais metas:

– Estimular os governos a implementar e consolidar políticas para a prevenção e controle da doença e suas complicações;

– Distribuir recursos para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a precaução e equilíbrio do diabetes;

– Ressaltar a importância da educação, com base em proeminências e controle da doença;

– Conscientizar sobre os sinais do Diabetes e oferecer ações para estimular o diagnóstico precoce;

– Concretizar medidas para diminuir as principais causas de risco para o Diabetes tipo 2.

Programação – Agenda do Dia do Diabetes

Como é de costume, em comemoração ao Dia Mundial do Diabetes, a campanha de 2017 conta com uma agenda repleta de ventos e atividades abertos à população, de forma gratuita.

Cada região do país haverá uma programação especial. Confira a seguir os eventos que acontecerão em cada região:

REGIÃO SUDESTE:

– Grupos Operativos de Hipertensos e Diabéticos

– 1ª Caminhada de Prevenção ao Diabetes de Niterói

– 5ª Caminhada Azul de Barueri

– Alerta e Prevenção do Diabetes

REGIÃO NORTE:

– Ação: Orientações sobre Diabetes para samuzeiros e familiares

– Campanha de Conscientização sobre o Diabates – LAEDRO E Hospital Santa Mercelina

REGIÃO NORDESTE:

– 1° PicDia Azul

– Diabéticos e arcanjos no Parque Municipal

REGIÃO SUL:

– Dia de lazer das crianças diabéticas

– Corrida e caminhada Rotary contra o diabetes

– 6ª Caminhada do Diabetes

CENTRO-OESTE:

Agenda ainda não disponível

Para consultar a data de cada evento, basta acessar o site do Dia Mundial do Diabetes, neste link.

Sobre a doença

O Diabetes é uma doença que ataca de forma silenciosa, trazendo várias complicações aos seus portadores, como a cegueira e a amputação de membros.

O tipo 1 do Diabetes acomete crianças e adolescentes devido a baixa produção de insulina. Já o tipo 2, que é o mais comum, ataca pessoas mais velhas, por conta de maus hábitos, como o sedentarismo, má alimentação e a obesidade.

O Diabetes 1 não tem prevenção, mas o tipo 2 sim. Para evitar de desenvolver o Diabetes tipo 2, é necessário ter uma boa alimentação, além de praticar atividades físicas regularmente.

Diabetes tem cura ou prevenção?

Infelizmente, os casos de diabetes no Brasil estão aumentando e com uma rapidez espantosa. Considerada uma doença mundial, a diabetes não possui cura, no entanto, é completamente possível o portador conviver normalmente com a doença, podendo em alguns casos revertê-la (mas não combatê-la).

O tipo mais comum da doença no Brasil, é a diabetes tipo 2, que costuma acometer adultos obesos, sedentários ou quando há históricos na família. Sendo assim, o tipo 2 é totalmente diferente do tipo 1, situação onde o indivíduo adquire ainda na infância.

Apesar de nenhum dos dois tipos de diabetes possuir cura, é complemente possível se prevenir da doença, quando se trata do tipo 2. Para isso, é necessário ter bons hábitos alimentares e praticar atividades físicas com regularidade.

Lidando com a diabetes

Quando um indivíduo é acometido pela diabetes, ele deverá fazer o controle dos níveis de açúcar no seu sangue pelo resto da vida. Quando não há o controle, poderão surgir diversas complicações, tais como a cegueira parcial, riscos de infarto e a amputação dos membros. É importante ressaltar que a diabetes é uma doença silenciosa, e por conta disso, o paciente não possui a percepção dos sintomas.

Prevenindo a diabetes

Diferente da diabetes tipo 2, a doença do tipo 1 não é reversível e também não há a possibilidade de prevenção. Todavia, há grandes chances do paciente diminuir drasticamente o uso de seus medicamentos, se tratada corretamente. Isso porque a diabetes tipo 1 nada mais é do que uma doença autoimune, onde as células do pâncreas que produzem a insulina são reconhecidas pelas células de defesa do corpo e acabam sendo destruídas.

Já no tipo 2, não existe a destruição das células do pâncreas. Elas se esgotam devido à exaustão.

A pré-diabetes tem cura?

A pré-diabetes não é necessariamente uma doença, e sim um “estágio” que antecede a diabetes, onde as taxas de açúcar no sangue estão acima do normal, mas ainda assim não chega ao ponto de ser classificada diabetes.

Neste caso, para evitar que a condição se torne a doença, as pessoas devem fazer o controle da glicemia.

Meios para tratar a diabetes

Embora não tenha cura, dependendo do tipo, a diabetes pode ser prevenida ou amenizada. Se você possui parentes diretamente ligados a você, é fundamental que a atenção seja redobrada, uma vez que o histórico familiar também contribui bastante para o desenvolvimento da doença.

Para prevenir a diabetes, mantenha uma alimentação bastante saudável, buscando fazer um baixo consumo de alimentos com açúcares e além de encaixar na sua rotina a prática de atividades físicas. Ao reservar 30 minutos diários, você já estará contribuindo e muito para a sua saúde.

E importante: Ao sentir algum sintoma ou algo anormal em seu organismo, não hesite em procurar um médico, para que o diagnóstico seja feito ainda no começo da diabetes, havendo assim maior controle e prevenção da mesma.

Já no caso daqueles que já são portadores da doença, a indicação é a mesma, afinal, é completamente possível ter uma vida normal e sem mudanças drásticas, desde que os hábitos saudáveis sejam sempre postos em prática.

O que o transtorno alimentar tem com relação a diabetes?

Uma questão que assombra bastante as pessoas diabéticas e a relação que a doença tem com o transtorno alimentar. Uma das explicações possíveis seria a atenção redobrada que os diabéticos geralmente costumam dar à sua alimentação, além das alterações no peso, ocasionadas pela terapia com insulina.

Pacientes que sofrem de diabetes tipo 2 com algum sintoma depressivo ou de ansiedade podem vir a passar por episódios conhecido “síndrome da fome noturna”. Esta síndrome tem como característica a ausência de apetite durante a manhã, insônia e excesso de apetite à noite, mesmo após jantar ou se alimentar de um lanchinho mais leve.

A síndrome da fome noturna está ligada a períodos de estresse, atingindo aproximadamente 1,5% da população, sendo 20% delas, obesos.

Apesar das causas não serem totalmente claras, a suposição mais provável é da existência de um desequilíbrio dos hormônios, como por exemplo, a melatonina, que é liberada enquanto dormimos; e a serotonina, que possui ação no controle do que ocorre com nosso organismo entre o dia e a noite. Vale ressaltar também que ainda existe a influência de elementos genéticos.

A síndrome da fome noturna está ligada também ao consumo de alimentos muito calóricos, com baixos índices de fibras e ricos em gorduras. O chocolate é um dos alimentos que se encaixam neste perfil, e o que acontece com o consumo excessivo deste tipo de comida? Além do aumento de peso, também há mudanças no colesterol e nos níveis de açúcar do Sangue. Em outras palavras, isso é totalmente prejudicial à saúde de uma pessoa que sofre de diabetes.

Há como tratar a síndrome da fome noturna?

É possível sim tratar a síndrome, através de psicoterapia, com medicamentos e até mesmo por meio de mudanças nos estilos de vida. É importante para a saúde e bem-estar das pessoas que sofrem deste mal fazer o tratamento, especialmente no caso das pessoas que têm diabetes. Alguns meios de reverter a condição da síndrome são:

– Tomar o café da manhã de forma regular;

– Comer ao longo do dia, optando por alimentos integrais e pequenas porções;

– Mastigar direito os alimentos e comer lentamente, sem pressa;

– Ter horários certos para comer;

– Evitar o consumo de cafeína e atividades físicas pouco antes de deitar;

– Ter sono regular;

– Evitar ter em casa alimentos calóricos e ricos em gordura.

 

Este transtorno alimentar pode trazer sérias consequências aos diabéticos, prejudicando seu controle glicêmico, levando à internação. Também há outras áreas a serem afetadas, como o peso, aumento de estresse e ansiedade.

Vale ressaltar que as complicações geradas pelo diabetes são sérias, podendo comprometer a sua saúde e vida. Por isso, é sempre bom fazer o uso correto dos medicamentos e ter uma rotina saudável, de modo a gerenciar a doença. Afinal, que controla a sua vida é o paciente, e não a diabetes.

10 fatos que você precisa saber sobre diabetes

Uma doença que atinge milhões de pessoas, o diabetes é um problema de nível universal da saúde pública. Este excesso de açúcar no sangue atinge (só no Brasil) cerca de 10 milhões de pessoas.

Dividida em duas categorias, o diabetes tipo 1 é quando o pâncreas não produz o hormônio insulina e geralmente acomete pessoas ainda na infância. Já o tipo 2 da doença ocorre quando as células resistem à ação da insulina.

Um dos principais fatores que fazem um indivíduo desenvolver o diabetes é a obesidade. O sedentarismo por conta da falta de prática de atividades físicas também é um dos fatores que levam ao diabetes. E, em alguns casos, condições genéticas.

Para que você tenha um melhor entendimento desta enfermidade que atinge milhões de indivíduos, confira neste artigo 10 fatos sobre o diabetes, que provavelmente você não conhecia. Veja:

  1. O diabetes tipo 1 é autoimune: Muita gente acredita que o tipo 1 do diabetes trata-se de uma doença hereditária. Na verdade, o diabetes tipo 1é uma doença autoimune. Isso significa que o paciente não nasce com ela, e sim a desenvolve durante a infância ou adolescência, por conta de uma agressão autoimune do pâncreas, que deixa de produzir a insulina.
  2. Não é o consumo excessivo de açúcar que faz causar diabetes: Outro erro bastante comum por parte da população é pensar que o que faz uma pessoa desenvolver a doença é o consumo excessivo de açúcares.

O que ocorre desenvolve o diabetes é a obesidade resultante do consumo exagerado de açúcares, que resulta uma maior resistência à ação de insulina nas células.

  1. O diabetes não tem cura: Infelizmente a ciência ainda não descobriu uma cura para esta doença. No entanto, portadores da doença podem reverter os sintomas da doença, podendo posteriormente reduzir o uso de medicamentos. Ou seja, é completamente possível ter uma vida normal e conviver com a doença. As únicas mudanças a serem feitas são as alimentares e a prática de exercícios físicos regulares.
  2. Pessoas pré-diabéticas têm chances de não virarem diabéticas: O pré-diabetes é uma condição onde um paciente apresenta altos níveis de açúcar no sangue, mas ainda não o suficiente a ponto de ser considerado diabético. Ou seja, não se trata necessariamente de uma doença, mas sim de uma condição do organismo que antecede à doença.

Mas possuir pré-diabetes não significa que o indivíduo ficará diabético. É possível combater a condição de saúde por meio de atividades físicas, mudanças alimentares e perda de peso.

  1. Diabetes não atinge apenas humanos: De acordo com pesquisas realizadas, a doença também foi identificada em animais como cavalos, esquilos e furões. Já em ambientes onde os animais são alimentados de forma liberal, o diabetes foi identificado em raposas, hipopótamos e até mesmo golfinhos.
  2. Disfunção erétil e infecções vaginais: Homens diabéticos possuem maior risco de sofrer disfunção erétil do que homens não-diabéticos. Cerca de 60% do público masculino que sofre da doença acima dos 50 anos possuem complicações com a disfunção.

Já com o público feminino, mulheres que sofrem de diabetes são mais propensas a desenvolver infecções vaginais, em comparação às mulheres que não sofrem da doença. Isso se dá por conta dos altos níveis de glicose.

  1. Parâmetro metabólico que determina a necessidade de aplicar insulina: A indicação do uso de insulina se faz quando a pessoa possui diabetes do tipo 1 ou quando a diabetes tipo 2 não responde de forma adequada aos medicamentos hipoglicemiantes de uso oral.

Na medida em que o tempo passa, o descontrole da doença pode fazer com que o pâncreas deixe de produzir insulina em quantia necessária para que os hipoglicemiantes gerem um bom controle, sendo assim indicada a insulina.

  1. Percepção da falência do pâncreas: Você sabe como se percebe ou de mede a falência dos pâncreas? É quando os índices de glicemia não reduzem, apesar da medicação oral intensiva e o paciente continua emagrecendo e com os sintomas de hiperglicemia. Além disso, também é possível medir a secreção de peptídeo, que mostra quanto o pâncreas está produzindo de insulina.
  2. Cuidado com gripe e pneumonia: Pacientes que sofrem de diabetes são muito mais propensas a sofrer complicações de gripe e pneumonia, além de terem tendência de seis vezes mais chances de serem hospitalizadas, comparados a pessoas não-diabéticas. O que também espanta é o fato de que cerca de 30.000 diabéticos morrem anualmente por causa de gripe e pneumonia.
  3. Ação dos medicamentos antidiabetes: Existem diversos meios de ação dos hipoglecimunates. Estes medicamentos podem agir reduzindo a absorção de glicose por meio do trato intestinal, aprimorando a sensibilidade do paciente à insulina, reduzindo a secreção dos hormônios contrarregulares e também estimulando a produção do hormônio pelo pâncreas.

Atualmente, é possível fazer uso de uma associação de drogas. Juntas, elas resultam em um bom controle dos índices da glicemia. Assim, eles não perdem o efeito, no entanto, uma vez que o pâncreas passa a ser estimulado por algumas destas medicações ao longo dos anos, o diabético poder ser levado a uma fadiga e a redução da capacidade pancreática de produzir insulina.

 

Estes são os 10 fatos sobre o diabetes que nós separamos para você. Mas a doença vai muito além.

Apesar de ser uma doença que não apresenta cura, ser diabético (a) não significa que você irá conviver com danos irreversíveis. Como explicado, é possível sim tratar, reverter os sintomas e até mesmo diminuir o uso de medicações.

Todavia, não deixe de consultar um médico especialista e siga as suas recomendações, fazendo modificações no seu cardápio e melhorando a sua rotina, encaixando os exercícios físicos no seu dia-a-dia. Perder o excesso de peso é fundamental para evitar que você desenvolva o pré-diabetes e consequentemente, o diabetes.

Com a tecnologia que possuímos hoje e com melhores condições, é inaceitável que uma doença tão antiga ainda contribua para a morte de milhares de pessoas em todo mundo, comprometendo a sua qualidade e expectativa de vida.